sexta-feira, 31 de maio de 2013
Minhas
conclusões sobre linguagem corporal
Não conhecia
linguagem corporal até o primeiro dia de aula da disciplina, as aulas me
ensinaram uma nova maneira de ver o corpo, hoje eu vejo o corpo como uma forma
de comunicação não- verbal, através dele posso falar, me expressar com gestos,
olhares e expressões faciais. Como pedagoga em formação, eu aprendi a
importância da leitura do corpo da criança como um conjunto: corpo e mente. A
boa leitura do educador pode facilitar a compreensão das formas de expressar e agir da criança no ambiente escolar.
Por outro lado, o
professor precisa saber se comunicar de uma forma não-verbal, a fim de
influenciar positivamente no comportamento de seus alunos, fazendo com que se
interessem pelas atividades.
Escola,
corpo e infância.
Meus
primeiros dias na escola foram de ansiedade e insegurança, meu sonho era ir
para a escola, desde pequena já tinha o objetivo de aprender “ter
conhecimento”, ao mesmo tempo sentia medo do desconhecido, mas rapidamente me adaptei
a esta nova fase da minha vida.
Para
mim o corpo servia apenas para me locomover, ou seja, para andar, brincar e
fazer exercícios. Na escola eu participava de alguns eventos que trabalhavam a
corporeidade, dançava quadrilha, atuei em um teatro, freqüentava as aulas de
educação física e os campeonatos de vôlei e handebol, só tenho boas recordações
da época da escola.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Ginástica
Rítmica
A
Ginástica Rítmica é um esporte recente e complexo e teve seu
início na necessidade e competência de profissional em querer
desenvolver a percepção musical através de movimentos corporais
expressivos e contextualizados.
Para saber mais sobre ginástica rítmica é só clicar no link abaixo
Daiane Sousa
Depois das aulas de
Linguagem Corporal
Com as aulas de linguagem
corporal comecei a cuidar mais de mim, utilizando meus sentidos, e já
consigo perceber a diferença. A minha mente ficou melhor, meu
psicológico está mais preparado para enfrentar a vida. E percebo
que na vida a nossa saúde está em primeiro lugar, pois se você
está bem com seu corpo está bem contigo mesmo.
Hoje eu vejo meu corpo não
como instrumento de trabalho, e sim as utilidades reais dele, e
observo a vida de uma outra maneira.
Daiane Sousa
Minha infância
Quando era criança não gostava muito
do meu corpo, me achava muito magra.
Odiava as aulas de educação física,
porque os professores só davam aulas de futebol, e os meninos
tomavam conta da quadra, e eu e todas as meninas ficava ali só
observando eles a jogar.
Mais tinha uma coisa que eu adorava
fazer apesar da minha timidez, que era dançar, mais nunca dancei em
evento da escola eu morria de vergonha, dançava muito em festas
familiares e sozinha me sentia livre era uma sensação maravilhosa.
Daiane Sousa
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Balé - um tipo de dança clássica ocidental
Um espetáculo de balé provoca uma emoção muito particular, haja vista que música, movimento e expressão são combinados e executados de modo tão perfeito que parecem ter surgido naturalmente juntos. Mas sabe-se que isso não é verdade. O trabalho diário de um bailarino requer um treinamento muito específico e muito rigoroso de seu corpo, e a sobrecarga da musculatura e das articulações pode, muitas vezes, fazer com que sua carreira seja interrompida mais cedo do que seu desejo, exatamente como ocorre com atletas.
Mesmo quem nunca dançou balé pode perceber que é necessário muita disciplina e dedicação para quem quer praticar essa atividade. A autora consegue colocar em poucas palavras as exigências, resultados e riscos que assume alguém que deseja participar do mundo do balé.
imagensporfavor.comCo
Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP
Solange Butkus
Minhas impressões
sobre a Linguagem Corporal
Linguagem Corporal é uma disciplina que eu não conhecia,
nem mesmo de nome, o primeiro contato me despertou a curiosidade, e quanto mais
aprendo mais eu gosto.
Embora
nem tudo que ouvi nessa aula fosse novidade, nunca havia pensado no corpo da
maneira apresentada. Nunca pensei sobre a importância de entender o que o corpo
quer nos “dizer”. Aprendi nessas divertidas aulas que é muito bom aprender “brincando”,
ou seja, se movimentando, ainda que esses movimentos sejam planejados e
coordenados por um educador. Compreendi que pela leitura do corpo podemos
conhecer algumas particularidades dos nossos alunos, que através da linguagem
corporal podemos tirar algumas diretrizes sobre como traçar métodos de ensinos
para alcançar e ajudar determinadas crianças nas mais diversas dificuldades no
processo de aprendizagem.
Solange Butkus
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Memórias escolares
Aos sete anos, fui levada para a escola pela minha avó. Não conseguia entender exatamente o que isso significava, porém, me sentia feliz por conhecer outras crianças, e logo me encantei com aquela que seria a minha primeira professora.
O tempo que passei na escola foi muito legal, com exceção, é claro, de uma ou outra situação desagradável que acorreu. Lembro que simplesmente amava as aulas de educação física, sentia uma sensação de liberdade incrível, de superação a cada partida ganha nos campeonatos de Voleibol. Não dançava quadrilha nas festas juninas promovida pela escola por me achar desengonçada e um tanto quanto tímida, mas assistia aos teatros apresentados pelos alunos do ginásio com muita atenção, pois achava o máximo a coragem deles de representar diante de tanta gente.
Hoje recordo com muita saudade desses momentos que contribuíram para a minha formação.
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